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Todos nós temos pelo menos alguns membros da família que achamos bizarros; seja aquele vô que deixa a unha do dedinho crescer para poder tirar cera do ouvido, ou uma tia-avó que anda por aí de biquíni com um corpinho que mais parece um saco enrugado cheio de mer... geleia de brócoli.
Como se não bastasse ter que conviver com estes tipos de criaturas, muitas vezes ainda somos obrigados a mandar aquele sorriso amarelo e posar para aquela foto de família sem sal com todo mundo se abraçando e dizendo "XIIIISSS!".
O problema, caro leitor, é que você não está sabendo se aproveitar nem da bizarrice da sua família, nem de tais situações fotográficas. O segredo é tentar criar um objeto que registre não só as memórias do momento, mas também a estranheza sólida de cada membro do grupo disfuncional que é a sua família.
Aqui estão os melhores exemplos disso que a Internet pode oferecer:
Pode dizer, perto desse povo aí sua família é a coisa mais normal do MUNDO!
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Ellen Hazel Triffett, uma conhecida matriarca australiana de 53 anos, foi julgada como culpada por perseguir ela mesma e ameaçar a própria vida.
O caso bizarro se deu depois que o dono de uma loja de departamentos, Wayne Turale, começou a receber uma série de cartas perturbadoras que clamavam por atos de violência contra a Sra. Triffett. Turale afirma que o redator das cartas, que se identificava como "Mick", dizia que "algo tem que ser feito" para dar cabo da Sra. Triffett; "consiga alguém para atropelá-la ou para atirar nela", lembra o dono de loja, que também diz que balestras (também conhecidas como 'bestas' em português, uma espécie de arma que se parece com um conjunto de arco-e-flecha "automatizado") foram citadas mais de uma vez.
Por um período de 18 meses Sr. Turale recebeu estas cartas, entregando-as para a polícia conforme as recebia. O proprietário da loja acabou por vender seu estabelecimento, mas mesmo assim as cartas não cessaram, e ele passou a desconfiar da própria família Triffett, com a qual já tinha tido desavenças anteriores, embora não fizesse ideia de que a autora das cartas poderia ser a própria matriarca.
As cartas acabaram levando a uma investigação policial que confirmou Ellen Hazel como principal suspeita e, embora ela negasse a autoria, exames forenses de DNA foram realizados nas cartas e os resultados certificaram sua culpa.
Os motivos que levaram Ellen a realizar tal loucura são incertos, mas independentemente disto a australiana de cabelos brancos foi sentenciada como culpada pelo juiz Glenn Hay, que considerou os crimes da senhora como "bizarros".
Fonte: www.themercury.com.au
