12:19

Como se não bastasse o Campeonato Brasileiro estar em disputa num período inoportuno, em que só se fala de Seleção Brasileira e dos preparativos para a Copa - e nem poderia ser diferente - grandes clássicos de rivalidades históricas, além de ofuscados por esse motivo, são prejudicados pelo "inteligente" calendário da CBF.
Assim, jogos como Flamengo e Fluminense, no Maracanã, e São Paulo e Palmeiras, no Morumbi, serão disputados hoje, às 19h30 e às 21h50, respectivamente.
Se a média de público já tem sido ruim em clássicos regionais disputados em tardes de domingo imagine com esses horários, num dia de semana. Pior que isso só se colocassem em horário comercial.
O prejuízo diante dessa situação reflete na saúde financeria dos clubes, que acabam arrecadando pouco com a renda do jogo, nas equipes, que caso tenham jogadores convocados para a seleção ficam desfalcadas (se Dunga tivesse convocado Ganso, Neymar e Hernanes os jogos ficariam ainda menos atrativos) e na própria imprensa esportiva, que fica sobrecarregada pela dificuldade de dar o devido destaque a tantos assuntos ao mesmo tempo.
O futebol brasileiro não se desenvolverá enquanto continuar dependente da emissora de TV que detém os direitos de transmissão, que faz o que quer com o calendário.

Torcedores de São Paulo e Internacional e todos os que apreciam o futebol aguardarão com muita expectativa o período de 40 dias de recesso para a Copa do Mundo até que sejam abertas as portas do espetáculo dividido em dois jogos que decidirão o finalista da Libertadores.
As equipes passaram nas quartas-de-final pelos dois últimos finalistas. O São Paulo bateu o Cruzeiro com duas vitórias espetaculares por 2 a 0 e o Internacional venceu o atual campeão Estudiantes, com uma vitória e uma derrota: 1 a 0 no Beira-Rio e 1 a 2, na Argentina, com um gol de marcado no último minuto que deu a classificação ao Colorado, uma vitória na alma, com a cara da Libertadores.
Bem que poderiam esses jogos ser válidos pela final, repetindo o fantástico duelo de 2006, que naquele ano representou a supremacia do futebol brasileiro na América do Sul.
O Inter levou a melhor num confronto de gigantes que foi sem dúvida uma das maiores decisões da história do torneio de futebol mais importante das Américas. O torcedor colorado pôde comemorar o título pela primeira vez. Vibrou como nunca, em total estado de êxtase no Beira-Rio. O torcedor tricolor ansiava pelo bi-campeonato (em 2005, em outra final brasileira, o São Paulo havia batido o Atlético-PR) e pelo quarto título da história do clube, mas pôde sair de cabeça erguida daquela derrota, pois o São Paulo esteve vivo na disputa pelo título até o úlitmo minuto de jogo.
O São Paulo terá a chance de se vingar, como fez com o Cruzeiro, que o eliminou no ano passado. Dessa vez o mando de jogo se inverte em relação a 2006 e o segundo jogo será no Morumbi.
Nessa batalha de gigantes, as referências do São Paulo estão de um extremo ao outro da equipe, com Fernandão no ataque - coincidentemente um dos maiores ídolos da história colorada, capitão da Libertadores e do Mundial de 2006, mas que agora defende as cores tricolores e foi o principal personagem do time paulista na classificação para a semifinal - e o eterno capitão Rogério Ceni no gol, aliados a um time de muita raça e criatividade. Os argentinos Abbondanzieri, Guiñazu e D'Alessandro são o coração de um time que não aceita a derrota e luta até o final.
OBS: Que quem sair vencedor não se sinta o campeão e fique de olhos muito bem abertos com Universidad de Chile, que eliminou o Flamengo, ou Chivas-MEX, pois ambos chegaram de maneira surpreendente até as semifinais e numa final também podem repetir a dose.

Hernanes vibra em seu gol que inaugurou o placar na vitória por 2 a 0 contra o Cruzeiro. Dagoberto foi o autor do segundo gol.
Mais do que um aprimoramento em sua estrutura tática e uma melhora na qualidade técnica com a chegada de Fernandão, o que mais chama a atenção no São Paulo é a mudança de atitude.
Um time que há poucos dias jogava com monotonia e era merecedor de críticas, agora é digno de muitos elogios pelo que vem aprensentando na Libertadores, especificamente nos dois úlimos jogos, em que bateu a forte equipe do Cruzeiro nas quartas-de-final com muita competência e principalmente muita raça.
O espírito da Libertadores reacendeu no Morumbi e o tricolor, classificado para a semifinal, certamente é um dos favoritos para a conquista do título.

Rogério Ceni, herói mais uma vez, espera que Fernandão reforce o elenco tricolor para a sequência da Libertadores.
Um 0 a 0 que teimava em atormentar o São Paulo e causar à torcida o mesmo pesadelo de 2004, quando a equipe do Morumbi foi eliminada da Libertadores pelo Once Caldas-COL, que jogava da mesma forma do adversário de ontem, numa retranca intranspovível. Com 11 atrás, o Universitario-PER, ciente de suas limitações técnicas, tinha o objetivo de levar o jogo para os pênaltis e seguir com a mesma estratégia que rendeu o título do maior torneio continental à equipe colombiana seis anos atrás. Quis o destino que desta vez fosse diferente.
O time peruano cumpriu boa parte do que pretendia, até Rogério Ceni voltar a ser Rogério Ceni. O maior ídolo da história tricolor não vinha em boa fase. Nesta temporada tem falhado em algumas partidas e sido alvo de críticas da imprensa e da torcida - claro que, pela sua história, com muito mais respeito que o restante da equipe e principalmente o técnico Ricardo Gomes.
Nas penalidades o Universitario abriu a série e marcou. A primeira penalidade do São Paulo foi cobrada por Rogério Ceni. E ele perdeu. O desespero acometeu os mais de 40 mil são-paulinos presentes no estádio e em qualquer lugar do Brasil. O grande ídolo da torcida, líder do elenco e praticamente dono do time perder o pênalti... Parecia que o mundo ia por água abaixo.
Mas de Rogério Ceni não se duvida e mais uma vez brilhou sua estrela de vitória e superação. Logo após desperdiçar sua cobrança o camisa 1 tricolor pegou dois pênaltis e viu um chute ir para fora. Do inferno ao céu em poucos minutos, Rogério Ceni levou o São Paulo a mais uma classificação.
Agora o time aguarda por Fernandão, mais um jogador de muita experiência, para contribuir com Ceni na liderança do elenco, com o objetivo de tornar o time melhor para a disputa das quartas-de-final, já na próxima semana, contra Cruzeiro - algoz do São Paulo na última edição - ou Nacional-URU.
De qualquer forma, independente do adversário, é preciso jogar muito mais bola para continuar sonhando com o tetra da Libertadores. A equipe precisa melhorar. E logo. Por isso a chegada de Fernandão para comandar o ataque é considerada imprenscindível pela diretoria e por Rogério Ceni.
São Paulo faz proposta hoje ao Goiás para trazer Fernandão ao Morumbi
12:36

Jogadores do Santos comemoram a vitória no clássico
O que mais impressiona no time São Paulo nesta temporada não são as derrotas nos clássicos, mas a maneira como elas acontecem. A equipe do técnico Ricardo Gomes vem jogando bem, mas falta algo mais.
No jogo de ontem contra o Santos, o time começou melhor, marcando por pressão, mas após levar um gol de bobeira, contra, de Junior César, permitiu que o Santos entrasse de vez no jogo e fizesse mais um com André.
No segundo tempo, a equipe tricolor voltou melhor e diminuiu logo em um golaço de Hernanes, de fora da área e empatou com Dagoberto de cabeça, lance incomum. A torcida foi ao delírio e o São Paulo mesmo com um a menos, dava a entender que iria virar o jogo, pela empolgação e pressão do time.
Mas o São Paulo, cansado, diminuiu o ritmo e o Santos voltou a jogar bem. E novamene os são-paulinos viram suas redes serem estufadas no úlitimo minuto num clássico, a exemplo do que aconteceu contra o Corinthians, com um gol de cabeça de Durval após cobrança de falta de Madson. Rogério Ceni falhou, e aliás vem falhando em muitos jogos.
Não se trata de azar, pois sorte e azar são aspectos relativos, mas sim de falta de atenção, concentração e vibração. Se o time do São Paulo não ficar mais ligado pode sofrer as consequências na Libertadores e no Brasileiro. No Paulista, menos importante para o clube, já sofreu, pois será praticamente impossível reverter a desvantagem na Vila Belmiro. Mas que sirva de lição.

A CBF também ainda não entregou ao São Paulo a taça das bolinhas, da qual o clube tem direito
O veto de Ricardo Teixeira ao Morumbi para a abertura da Copa de 2014 foi um tapa na cara da diretoria são-paulina que passou a apoiar o mandatário da CBF em troca de ter o Morumbi reformado para o mundial.
É certo que o Morumbi está obsoleto e precisa de muitos ajustes para se enquadrar nas exigências da Fifa, mas logo agora que Jerome Valcke, secretário-geral da entidade, havia pela primeira vez elogiado o projeto do São Paulo, depois de muitas contestações, eis que surge a figura nefasta de Ricardo Teixeira.
As declarações de Teixeira de que a capital paulista não tem condições de abrir a Copa por causa do Morumbi foram descaradamente oportunistas, tendo em vista a eleição para a presidência do Clube dos 13, na qual a diretoria tricolor apoiará a reeleição de Fábio Koff. O presidente da CBF, no entanto, apoia o ex-presidente do Flamento Kleber Leite.
Não é de hoje que o São Paulo tem problemas com a CBF e tivesse mantido a postura contrária à presidência da entidade se sairia melhor, pois levou uma facada nas costas ao apoiar essa gente e ir contra seus princípios.
A diretoria do São Paulo passou vexame ao apoiar quem não deveria!
09:53
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Ronaldo disputa jogada com Alex Silva e Hernanes
Enfim, São Paulo e Corinthians saíram do marasmo. Dois dos times mais badalados do país, pelas contratações feitas no início da temporada e por estarem na Libertadores como candidatos ao título, até agora não haviam mostrado a que vieram na temporada, tendo seus brilhos ofuscados pelo surpreendente Santos, que no momento se afirma como o melhor time do país.
O Corinthians entrou quente no clássico, impulsionado principalmente por Elias, autor do primeiro gol, e Dentinho. O São Paulo estava frio, como vem sendo nesta temporada. Hernanes e Cléber Santana controlavam a posse de bola, passavam de um lado para o outro, mas sem objetividade. Léo Lima era uma figura nula em campo e só atrapalhava, simbolizando a apatia e a lentidão do time.
Mas após o gol de Danilo, que também fazia uma grande partida contra seu ex-time - onde foi campeçao mundial, da Libertadores e brasileiro -, o jogo mudou totalmente de figura, pois a expulsão de Dentinho - que havia passado facilmente pela marcação de Jean no lance do segundo gol - foi mais prejudicial para o Corinthians do que para o São Paulo que perdeu Washington.
Assim, o tricolor passou a dominar a partida e não demorou muito para Jean se redimir da falha no gol corintiano e fazer o primeiro do São Paulo. O jogo estava aberto novamente.
No segundo tempo a entrada de Fernandinho no lugar de Leo Lima deu mais movimentação ao time de Ricardo Gomes, mas quase ruíram as pretensões do São Paulo com o gol de falta de Roberto Carlos. Um lance um tanto quanto chocante para o time, pois além de ter sido o gol marcado por um dos medalhões do Timão, houve falha gritante do capitão Rogério Ceni no lance.
O São Paulo então ficou alguns minutos abalado, na morosidade do primeiro tempo, com mais posse de bola, mas sem assustar. Até que a falha veio também para o outro lado e numa falta cobrada por Hernanes, o inexperiente goleiro Rafael Santos soltou a bola nos pés de Rodrigo Souto. O gol colocou o time de volta à partida.
Cincinho entrou no lugar de Hernanes e deu ainda mais gás à equipe tricolor, já empolgada com o segundo gol. Em novo erro de Rafael Santos, desta vez na saída pelo alto após falta cobrada na área por Cicinho, Rodrigo Souto, de novo, empatou de cabeça.
Pressão total para cima do Corinthians. Mano Menezes mexeu mal no time. Tirou Elias, o melhor em campo de seu time, para a entrada do lento Tcheco. Jorge Henrique entrou quando parecia tarde demais, mas no lugar de Danilo, e não de Ronaldo, parado em campo e totalmente sem condição física.
O jogo estava eletrizante. Parecia mais perto do quarto gol o São Paulo, mas quando teve uma chance real desperdiçou. Fernandinho poderia ter tocado para Marlos que passava livre ao seu lado. Preferiu fazer tudo sozinho e perdeu a bola. E no ataque seguinte veio o castigo. Iarley, que entrara no lugar de Ronaldo há pouco instantes, fez boa jogada e cruzou. A bola bateu na cabeça de Alex Silva e foi no ângulo de Rogério Ceni, sem chances de defesa. Gols do tipo que só acontecem uma vez na vida. A sorte esteve do lado da equipe alvinegra, para a explosão de sua torcida.
Clássico sensacional, em que Corinthians e São Paulo fizeram jus ao nome que a ele se dá: Majestoso.

Ricardo Gomes não poderá estar hoje no comando do São Paulo
O São Paulo terá hoje a partida mais difícil até aqui nesta temporada. O time do técnico Ricardo Gomes, afastado por conta de um pequeno acidente vascular cerebral (AVC), reencontrará pela segunda rodada da Libertadores, o Once Caldas-COL, seu algoz da semifinal de 2004, na mesma cidade de Manizales.
Apesar de ser um dos favoritos ao título, para esta partida, o favoritismo passa de lado, e não será nada surpreendente uma derrota do tricolor. Além dos desfalques do zagueiro Renato Silva e do atacante Dagoberto, e principalmente de Ricardo Gomes, o Once Caldas nunca perdeu em casa pela competição sul-americana. Em 17 partidas, foram 11 vitórias e seis empates.
FICHA TÉCNICA:
ONCE CALDAS-COL X SÃO PAULO
Local: Estádio Palogrande, em Manizales (Colômbia)
Data: 25 de fevereiro de 2010, quinta-feira
Horário: 21h10 (de Brasília)
Árbitro: Pablo Pozo (CHI)
Assistentes: Patrício Basualto e Francisco Mondria, ambos chilenos
ONCE CALDAS: Luis Martínez; Iván Vélez, Oswaldo Vizcarrondo, Alexis Enríquez e Luis Núñez; Diego Arias, Jaime Castrillón, Dayron Pérez e Fernando Cárdenas; Dayro Moreno e Dany Santoya
Técnico: Juan Carlos Osorio
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Cicinho, Alex Silva, Miranda e Jorge Wagner; Jean, Richarlyson, Hernanes e Cléber Santana; Marcelinho Paraíba e Washington
Técnico: Milton Cruz
10:27

No Flamengo, mesmo com Adriano e Vagner Love em campo, quem roubou a cena foi o lateral-direito Leo Moura, que marcou um gol de falta e deu uma assistência magistral para Adriano marcar o segundo gol. Pelo Corinthians quem se destacou foi o volante Elias, com dois gols, deixando Roberto Carlos e Ronaldo como coadjuvantes, apesar de que o Fenômeno fez jogadas que relembraram os velhos tempos. Só que como atacante vive de gols, isso não foi o suficiente para coroar a atuação do camisa 9.
A rodada de ontem mostrou que os personagens principais precisam de coadjuvantes, e que às vezes os coadjuvantes acabam se invertendo numa partida de futebol. Assim como para o sucesso de uma peça de teatro é necessário um bom elenco e não apenas os atores principais, no futebol não é diferente, e os principais jogadores precisam de bons companheiros, pois nem sempre estão inspirados para fazer a diferença.
Flamengo e Corinthians se diferenciam dos outros times brasileiros na Libertadores. Enquanto São Paulo, Internacional e Cruzeiro vêm de triunfos mais recentes na competição, com elencos sem estrelas, mas com jogadores de qualidade em cada posição, os dois times mais populares do País sofrem de uma pressão maior. O Flamengo não vence a competição sul-americana de maior prestígio desde 1981, quando conquistou seu único título e quer aproiveitar o embalo do título brasileiro para ter novamente um sucesso continental. O Corinthians, nunca passou das semifinais, e no ano de seu centenário, quer de qualquer maneira o único troféu que falta em sua galeria, ainda mais porque seus principais rivais já conquistaram a Libertadores.
Se sempre quando tiverem dificuldades, como ontem, Flamengo e Corinthians puderem contar com seus coadjuvantes para roubar a cena, se sentirão menos pressionados e terão grandes chances de vencer o campeonato. E claro, Cruzeiro, Internacional e São Paulo, como sempre, também entraram para brigar pelo título.
CRUZEIRO 4 X 1 COLO COLO
Local: Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), em Belo Horizonte (MG)
Data: 24 de fevereiro de 2010, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Oscar Ruiz (COL)
Assistentes: Abraham González (COL) e Humberto Clavijo (COL)
Cartões amarelos: Diego Olate, Toro, Scotti, Cereceda e Magalhães (Colo Colo); Thiago Ribeiro, Henrique e Marquinhos Paraná (Cuzeiro)
Cartões vermelhos: Diego Olate e Cereceda (Colo Colo)
Gols: CRUZEIRO: Thiago Ribeiro, aos 7 minutos do primeiro tempo. Kléber, aos 15 e aos 26, e Pedro Ken, aos 22 minutos do segundo tempo; COLO COLO: Paredes, aos 36 minutos do primeiro tempo.
CRUZEIRO: Fábio; Jonathan, Thiago Heleno, Leonardo Silva e Diego Renan; Elicarlos (Pedro Ken), Henrique (Bernardo), Marquinhos Paraná e Roger (Wellington Paulista); Thiago Ribeiro e Kléber.
Técnico: Adilson Batista
COLO COLO: Prieto; Diego Olate, Toro, Scotti e Cereceda; Aránguiz, Meléndez, Millar e Macnelly Torres (Magalhães); Miralles e Paredes (Sanhueza).
Técnico: Hugo Tocalli
FLAMENGO 2 X 0 UNIVERSIDAD CATÓLICA
Local: Estádio Mário Filho (Maracanã), no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 24 de fevereiro de 2010, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Amarilla (Paraguai)
Assistentes: Nicolás Yegrosy (Paraguai) e Emigdio Ruiz Roa (Paraguai)
Cartões amarelos: Vagner Love (FLA); Francisco Silva, Ponce e Mena(UCA)
Cartões vermelhos: Willians (FLA); Milovan Mirosevic (UCA)
Gols: FLAMENGO: Léo Moura, aos 10 minutos do primeiro tempo; Adriano, aos 13 minutos do segundo tempo
FLAMENGO: Marcelo Lomba, Leonardo Moura (Éverton Silva), Fabrício, Álvaro e Juan; Willians, Toró, Kléberson e Vinícius Pacheco (Fernando); Vágner Love (Petkovic) e Adriano
Técnico: Andrade
UNIVERSIDAD CATÓLICA: Paulo Garcés, David Henríquez, Ponce (Mena) e Ismael Fuentes; Rodrigo Valenzuela, Francisco Silva, Hans Martínez, Milovan Mirosevic e Rodrigo Toloza (Mannara); Damián Díaz e Juan José Morales (Pablo Vranjican)
Técnico: Marco Antonio Figueroa
CORINTHIANS 2 X 1 RACING-URU
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 24 de fevereiro de 2010, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Raúl Orosco (Bolívia)
Assistentes: Jorge Calderón e Juan Arroyo (ambos da Bolívia)
Público: 31.035 pagantes (total de 32.166)
Renda: R$ 2.181.742,00
Cartões amarelos: Jorge Henrique, Ronaldo, Roberto Carlos (Corinthians); Líber Quiñones, Darío Flores, Ignacio Pallas, Héctor Vega (Racing-URU)
Cartão vermelho: Darío Flores (Racing-URU)
Gols: CORINTHIANS: Elias, aos 10 minutos do primeiro tempo e aos 24 minutos do segundo tempo; RACING-URU: Martín Cauteruccio, a 1 minuto do primeiro tempo
CORINTHIANS: Felipe; Alessandro (Jucilei), Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Tcheco e Jorge Henrique; Defederico (Souza) e Ronaldo
Técnico: Mano Menezes
RACING-URU: Jorge Contreras; Rodrigo Brasesco, Héctor Hernández, Ignacio Pallás e Danny Tejera; Héctor Vega, Santiago Ostolaza, Darío Flores e Matías Mirabaje (Diego Scotti); Martín Cauteruccio e Líber Quiñones (Jean Pierre Barrientos)
Técnico: Juan Verzeri
13:24
A tão sonhada taça da Copa Libertadores da AméricaHoje entram em campo, no famoso horário das 21h50 (após a novela), o Flamengo, que enfrenta o Universidade Catolica-CHI no Maracanã em sua estreia, o Corinthians, que joga sua primeira partida contra o Racing-URU, no Pacaembu, e o Cruzeiro, já em seu segundo jogo, que pega o Colo Colo no Mineirão. O único que sai do Brasil esta semana é o São Paulo, que amanhã joga contra o Once Caldas, em Manizales, na Colômbia.
A Copa Libertadores nunca ganhou tanto os holofotes da imprensa brasileira quanto neste ano. Além do Brasil estar sendo representado por cinco grandes clubes, com grandes torcidas, os times contam todos com reforços de peso para a competição sul-americana, o que retrata o favoritismo dos brasileiros. Além disso, tradicionais rivais argentinos, principalmente Boca Juniors e River Plate, estão fora da disputa.
Corinthians e Flamengo possuem times mais talentosos e estão mais visados por possuírem jogadores mundialmente conhecidos como Ronaldo e Roberto Carlos no Parque São Jorge e Adriano na Gávea. Mas São Paulo, Internacional e Cruzeiro, sem grandes estrelas, mas recheados de bons jogadores, não ficam atrás.
Dos times brasileiros que disputam a Libertadores este ano, todos já conquistaram o título, com exceção do Corinthians, que entra mais pressionado, pois além de ter investido mais em contratações, seus rivais (Palmeiras, São Paulo e Santos) já venceram a competição.
Com cinco fortes equipes, acreditar que um representante do futebol brasileiro ficará com o título é natural. No entanto, a história da Libertadores prova que a competição pode surpreender, principalmente alguns jogadores mascarados, a imprensa ufanista e os torcedores. Citamos como exemplos recentes os títulos de Once Caldas-COL, em 2004, e LDU-EQU, em 2008.
Ao longo dos anos, a disciplina tática e o maior controle emocional são as principais vantagens dos rivais continentais em relação aos brasileiros. Sem contar que alguns adversários, além de conter esses diferenciais, tecnicamente também podem ser superiores, o que é difícil para o brasileiro admitir.
Portanto, saber reconhecer as armadilhas de uma competição como a Libertadores é fundamental. Pelo menos estamos vendo isso por parte dos técnicos e da maioria dos jogadores, o que já é um bom sinal, já que são eles quem decidem.
Boa sorte aos brasileiros e que tenhamos grandes jogos!
16:56
Todos os três maiores times de São Paulo (Palmeiras, São Paulo e Corinthians) se salvaram com gols no final do segundo tempo em seus respectivos jogos.
O Palmeiras conseguiu caçar o empate com o Barueri nesta quinta-feira; o jogo terminou em 2 a 2 com o último gol do Palmeiras tendo sido marcado por Diego Souza aos 41 minutos do segundo tempo.
O São Paulo passou por uma situação praticamente idêntica, mas ainda mais dramática. Richarlyson foi o salvador do time que perdia para o Mirassol por 1 a 0, marcando o gol do empate aos 45 minutos do segundo tempo.
Já o Corinthians, que estreava a dupla galática Roberto Carlos e Ronaldinho dentro de um Pacaembu lotado, conseguiu conquistar a vitória contra o Bragantino, mas mesmo assim muita gente saiu com expectativas frustradas de ver as estrelas do time brilhando em campo.
Veja os Gols:
Palmeiras x Barueri
São Paulo x Mirassol
Corinthians x Bragantino
14:39
Este post foi gentilmente patrocinado por: Clínica de Reabilitação | Segurança Patrimonial

Na noite desta quinta-feira (14) três Skinheads (membros de grupos violentos, ultra-nacionalistas e racistas) foram presos em flagrante após arrastarem um estudante de 15 anos no bairro do Limão, zona norte da cidade de São Paulo.
Testemunhas afirmam que viram o adolescente com seu irmão e alguns amigos em um ponto de ônibus quando os Skinheads puxaram seu braço de dentro de um Uno vermelho e o arrastaram por cerca de 60 metros.
Após terem chegado na cena do crime depois de uma chamada para atender uma vítima de atropelamento, os guardas civis encontraram com os agressores que voltavam ao local, e os prenderam após perseguição.
Os três Skinheads serão acusados por tentativa de homicídio. O adolescente permanece na UTI do Hospital de Vila Nova Cachoeirinha, com ferimentos graves na cabeça, rins, pulmões e olhos.
Casos de violência causada por Skinheads não é novidade para a cidade de São Paulo. Somente no ano passado foram divulgados dois outros casos de agressão atribuídos a tais grupos de intolerância; nestes dois casos as agressões estavam relacionadas a "grupos rivais" dos Skinheads (esqueitistas e a tribo identificada como "emos").
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