
Um dos craques do Santos neste ano, Neymar, vai mostrando cada vez mais sua falta de maturidade. No último domingo, segundo relatos de colegas repórteres de rádio, quando chegou ao Pacaembu para o clássico contra o Cortinthians, o atacante de 18 anos desceu do ônibus escoltado por seis seguranças, como se fosse um superstar.
Ora, nem Rogério Ceni, Kaká, Romário, entre outros consagrados craques da bola jamais tiveram essa atitude. Nem Pelé.
E por falar em Pelé, disseram a Dunga que se ele fosse o técnico do Brasil na Copa de 58 não convocaria Pelé, pois não convocou Neymar, "menino" a exemplo do Rei do Futebol na época. Mas começamos a entender porque o técnico da seleção mais vitoriosa do mundo resolveu deixar de lado o imaturo Neymar e não convocá-lo para a Copa. É simples. Pelé não era tão bobo assim.
Neymar ainda é um moleque tonto, que dá risada por não saber quem são os candidatos à presidência da república e se exibe como se fosse o rei da cocada preta. Neymar nunca será o que pensa que é e para chegar perto disso ainda terá que mostrar muito mais futebol e menos futilidade.

Paulo Henrique Ganso, o maestro dos Meninos da Vila
Logicamente, pela campanha excelente, o Santos mereceu a conquista do Campeonato Paulista. O time teve o melhor ataque da competição desde 1996, com média de 3,13 gols por partida. Foram 72 gols no total. Além disso, a arte esteve presente neste time e muitos dos gols tiveram uma plasticidade que não se via há muito tempo no futebol brasileiro. O título coroou o time que resgatou o futebol arte.
No entanto, nesta final, somando-se os dois jogos, o Santo André foi melhor e o Santos, quando esperava-se que fosse consolidar seu magistral futebol apresentado até então, foi envolvido por uma equipe taticamente muito bem armada e que também contou com jogadores de muita criatividade. O futebol do Santo André teve beleza e eficiência e deixou muitos de queixo caído. No placar agregado das duas partidas houve um empate em 4 a 4. Não fosse pela campanha o Santos correria sérios riscos de perder o título na prorrogação ou nos pênaltis.
O Santos não aguentou o Santo André na bola. Teve que fazer cera, segurar a partida, pois a falta de maturidade de quem não se esperava, como dos experientes Leo, Marquinhos e Roberto Brum, expulsos tolamente, prejudicou extremamente o time da Baixada. A maturidade, então, ficou por conta dos garotos Paulo Henrique Ganso e Neymar que mais uma vez fizeram a diferença.
Enquanto Neymar marcou dois belos gols, Paulo Henrique Ganso, que deu uma passe antológico de calcanhar no segundo gol, foi o grande mentor do time. O camisa 17 - ontem não jogou com a 10, pois Giovanni, seu conterrâneo que foi relacionado para a partida para comemorar o título, estava no banco - teve uma atitude jamais vista ou muito rara no futebol. Após a expulsão de Roberto Brum o técnico Dorival Junior chamou desesperadamente o zagueiro Bruno Aguiar para recompor o sistema defensivo. O escolhido para sair seria Paulo Henrique Ganso. Seria, pois o craque santista, bateu no peito e disse: "Eu não. Daqui não saio. Deixa pra mim que eu seguro lá na frente" e com isso saiu André, que entrara no lugar de Robinho, que aliás até o momento é um mero coadjuvante no time dos Meninos da Vila.
Mais uma vez Dunga teve provas de que será uma grande besteira deixar de fora Neymar e Paulo Henrique Ganso. Eles marcam gols, dão belos dribles e passes, sem se intimidar com as caras feias e broncas dos zagueiros.
No confronto em que os experientes jogaram mal e foram inocentes e o técnico não teve pulso para manter o 4-3-3 - esquema que vinha fazendo do Santos o melhor time do Brasil - os meninos tiveram que virar homens e fazer a diferença, segurar a bronca.
O Santo André mostrou que o Santos não é tão imbatível assim. Dorival Junior tem lições a tirar deste confronto. A principal delas é que ele não deve fazer do time que estava encantando um time comum. Na quarta-feira a equipe enfrenta pela Copa do Brasil em casa o Atlético-MG, campeão mineiro, comandado por Vanderlei Luxemburgo, que mesmo tendo feito um trabalho ruim no Santos no ano passado, conhece o time, e que na primeira partida em Belo Horizonte venceu por 3 a 2. Se o Santos for o mesmo da final do Paulistão, corre grandes riscos de ser eliminado.
09:08

Neymar, que atingiu o próprio olho com suas mãos ao cair na área para simular um pênalti no primeiro tempo, não enfrentará o Atlético-MG pela Copa do Brasil e é dúvida para a próxima partida da final contra o Santo André.
Ontem tivemos mais uma prova de que não se brinca com a falta de exatidão do futebol e que justamente por ser tão fora de lógica, tão humano, o futebol é surpreendente e apaixonante. Quando 95% das pessoas apontavam que o Santos tinha esse mesmo percentual de chances de vencer o Santo André, o time do ABC começou a primeira partida da final do Paulistão assustando.
A ousadia e a qualidade mostrada pela equipe do jovem e competente técnico Sérgio Soares deixou os admiradores dos Meninos da Vila boquiabertos. Dadas as devidas proporções, assim como a Internazionale mostrou na semana passada que é possível bater o Barcelona, o Santo André fez o mesmo. Pelo menos no primeiro tempo em que saiu vencendo por 1 a 0, em cobrança de falta excepcional do camisa 10 Bruno César, já que diferentemente da equipe italiana, os andreenses não conseguiram a vitória.
Dorival Junior preferiu escalar Pará ao invés de André. Com isso, Wesley foi da lateral-direita para o meio-campo. A preocupação do técnico santista era com os meias Branquinho e Bruno César que seriam marcados por Arouca e Wesley. A escalação que a princípio parecia correta, já que Wesley sabe sair para o jogo, fazendo com que o time não perca a ofensividade, não surtiu efeito, pois a equipe favorita foi envolvida pelo adversário. Neymar e Robinho no ataque paravam na marcação adversária. Os meias Paulo Henrique Ganso e Marquinhos não tinham espaço para criar. O Santo André não recuou e não deixou o Santos jogar. Impressionou.
No segundo tempo tudo voltou à "normalidade" e o Santos virou por 3 a 1, com gols de André - que substituiu Neymar no intervalo, com um problema no olho - e Wesley (2), aparecendo sempre pela direita como homem surpresa, nas costas de Bruno César, que não o acompanhava. O Santo André ainda descontou com Rodriguinho, o que nos faz acreditar que a disputa ainda existe, principalmente pelo primeiro tempo da equipe do ABC, apesar de as chances do Santo André terem se tornado ainda mais escassas.
Na próxima partida o Santos não poderá contar com Wesley, um de seus principais jogadores, suspenso com o terceiro cartão amarelo, e talvez com Neymar.
De qualquer forma, se antes da decisão as chances do Santos eram de 95%, em sua metade são de 98%. Como falamos de futebol, o Santo André ainda pode acreditar em seus 2% de chances e supreender com uma vitória por dois ou mais gols de diferença.
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Trio de ouro! Paulo Henrique Ganso e Robinho acompanham Neymar na comemoração (Foto: Tom Dib/Lance)
Não foi com tanta fantasia como nas goleadas que já aplicou neste ano, mas a vitória do Santos no clássico diante do São Paulo mostrou para os críticos que o time sabe também jogar taticamente, tanto que ontem entrou com uma formação diferente da que vinha atuando, com André sendo sacado do ataque para a entrada de Pará na lateral-direita, com Wesley indo para o meio-campo. Isso mostra que não só Neymar, Paulo Henrique Ganso, Robinho e cia. que se destacam. Muito do sucesso desse time se deve ao técnico Dorival Junior.
Não é fácil no futebol de hoje em dia ter a coragem de escalar um time ofensivo. Ao longo dos anos, insucessos de grandes equipes do futebol mundial, como a Hungria, na Copa de 54, a Holanda em 74 e o Brasil em 82 fizeram mal ao esporte, criando uma cultura de que não daria mais para jogar de maneira bonita, ofensiva e objetiva.
Nos últimos anos poucos times tiveram ousadia e saíram do pragmatismo. Uma exceção é o Barcelona, que voltou a jogar com três atacantes quando Frank Rijkaard assumiu o time em 2005 e continuou assim com Guardiola desde a temporada passada, esbanjando criatividade na época de Ronaldinho Gaúcho e agora com Messi, conquistando a Champions League em 2006 e 2009.
Quando Dorival Jr. chegou ao Santos o elenco estava desmotivado por ter sido quase rebaixado no Campeonato Brasileiro e foram poucos os reforços. Enfim, ninguém acreditava no Santos.
Dorival Junior acreditava e colocou em campo o que tinha de melhor no elenco. E o melhor era no setor ofensivo. Deu a Paulo Henrique Ganso e Neymar a confiança necessária para que eles explodissem, o que não havia acontecido no ano passado. E com a chegada de Robinho o trio começou a fazer a festa, jogar por música, como se estivessem dançando, bailando, devolvendo a alegria ao futebol brasileiro. Até nas comemorações há dança.
Logicamente não se pode deixar de destacar a importância de coadjuvantes como Marquinhos, fundamental para o time nas assistências, Arouca, que se desdobra no meio-campo para liberar a moçada, Pará, que corre o tempo todo, Wesley, que joga bem em qualquer posição que o coloque, a dupla de zaga segura Durval e Edu Dracena e o artilheiro André, que surgiu de maneira surpreendente vindo das categorias de base, quando todos diziam que o time precisava de um atacante.
O Santos, que enfrenta o Santo André na final, está a um passo do título e se vencer será um grande bem para o futebol brasileiro. Resta torcer para que outras equipes e técnicos comecem a pensar assim também. Futebol pode ser sim espetáculo, basta ter competência!
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12:36

Jogadores do Santos comemoram a vitória no clássico
O que mais impressiona no time São Paulo nesta temporada não são as derrotas nos clássicos, mas a maneira como elas acontecem. A equipe do técnico Ricardo Gomes vem jogando bem, mas falta algo mais.
No jogo de ontem contra o Santos, o time começou melhor, marcando por pressão, mas após levar um gol de bobeira, contra, de Junior César, permitiu que o Santos entrasse de vez no jogo e fizesse mais um com André.
No segundo tempo, a equipe tricolor voltou melhor e diminuiu logo em um golaço de Hernanes, de fora da área e empatou com Dagoberto de cabeça, lance incomum. A torcida foi ao delírio e o São Paulo mesmo com um a menos, dava a entender que iria virar o jogo, pela empolgação e pressão do time.
Mas o São Paulo, cansado, diminuiu o ritmo e o Santos voltou a jogar bem. E novamene os são-paulinos viram suas redes serem estufadas no úlitimo minuto num clássico, a exemplo do que aconteceu contra o Corinthians, com um gol de cabeça de Durval após cobrança de falta de Madson. Rogério Ceni falhou, e aliás vem falhando em muitos jogos.
Não se trata de azar, pois sorte e azar são aspectos relativos, mas sim de falta de atenção, concentração e vibração. Se o time do São Paulo não ficar mais ligado pode sofrer as consequências na Libertadores e no Brasileiro. No Paulista, menos importante para o clube, já sofreu, pois será praticamente impossível reverter a desvantagem na Vila Belmiro. Mas que sirva de lição.

Robinho engraxa a chuteira de Neymar
O Santos é um espetáculo. Não há definição mais adequada para os Meninos da Vila. Os 10 a 0 em cima do Naviraiense simbolizam o que pode fazer uma equipe quando está inspirada. É claro que o baixo nível técnico do adversário também colaborou, mas atualmente prega-se tanto o respeito, a disciplina tática e o falso moralismo que muitos times, mesmo quando têm condições, não partem para cima do adversário.
Quem mostrou respeito foi o Santos ontem, que jogou como se deve, com os jogadores se doando ao máximo na partida, pois a melhor maneira de respeitar os que estão do outro lado é jogar tudo o que pode. A motivação tem que ser sempre grande. É assim que se constrói um time campeão.
Cobramos aqui neste espaço após a primeira partida contra o time de Naviraí-MS que o Santos deixou a desejar. Desta vez compensou, e com muitas sobras, a atuação apagada da semana retrasada, quando havia vencido por 1 a 0. O adversário do Santos na segunda fase da Copa do Brasil será o Remo-PA.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 10 X 0 NAVIRAIENSE
Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 10 de março de 2010, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (RJ)
Assistentes: Marco Aurélio Pessanha e Lilian da Silva Fernandes Bruno (ambos do RJ)
Renda: R$ 158.001,00
Público: 11.336 pagantes
Cartões amarelos: Jacó, Marcelo Castelli, Tom e Jean Batatais (NAV); Arouca, Edu Dracena, Durval e Neymar (SAN)
Cartão vermelho: Jacó e Jean Batatais (NAV)
Gols:
SANTOS: Paulo Henrique, aos 6 minutos do primeiro tempo; Neymar, aos 29 do primeiro e aos 9 do segundo tempo; Robinho, aos 31 do primeiro tempo e Marquinhos, aos 46 minutos do primeiro tempo; André, aos 28 e 37 do primeiro tempo e aos 15 minutos do segundo tempo; Madson, aos 20 e aos 31 minutos do segundo tempo
SANTOS: Felipe; Maranhão, Edu Dracena (Giovanni), Durval e Pará; Arouca, Marquinhos e Paulo Henrique; Neymar, André (Zé Eduardo) e Robinho (Madson)
Técnico: Dorival Júnior
NAVIRAIENSE: Aldo; Giordan (Danilo Boi), Jaime, Célio Lima e Adriano Lajes; Jean Carlos, Jacó, Maílson e Marcelo Castelli (Jean Batatais); Tom (Clécio) e Cristiano
Técnico: Paulo de Rezende

Robinho e Neymar são os principais símbolos do jeito moleque do Santos
O Santos atualmente não só é o time que mais empolga como é o que melhor joga no Brasil. Além das lindas jogadas dos jovens talentos da Vila e do repatriado Robinho, taticamente o time também tem mostrado um grande diferencial, prova disso foi o empate contra a Portuguesa.
Você pode estar pensando como o time jogou tão bem assim se apenas empatou? Acontece que a Portuguesa fez uma grande partida e soube anular o Santos até o segundo tempo, quando entrou em campo a ousadia, algo cada vez mais raro no futebol. Méritos para o técnico Dorival Junior, que tirou o lateral-volante Roberto Brum para a entrada do meia Marquinhos.
Assim, o Peixe esbanjou criatividade, jogando num típico 4-3-3, como antigamente, com um volante (Arouca), dois meias (Marquinhos e Paulo Henrique Ganso) e três atacantes (Neymar, André e Robinhho) - algo que atualmente só se vê no Barcelona - e no final do jogo a Lusa não aguentou a pressão e sofreu um gol de Zé Eduardo, mais um jogador de frente que entrou no segundo tempo.
A ousadia é a principal marca do Santos. Tanto pela habilidade e criatividade - os jogadores partem para cima driblar sem medo de cara feia - quanto pela postura tática, de modificar o jeito de jogar de acordo com a partida.
Ao contrário de São Paulo e Corinthians, que apostaram em jogadores caros, mas que ainda não surtiram muito efeito para ambos, o Santos preferiu investir pouco em contratações - com exceção de Robinho - e acreditar nos jovens. Está dando certo.
FICHA TÉCNICA:
PORTUGUESA 1 X 1 SANTOS
Estádio: Canindé, São Paulo (SP)
Data/hora: 7/3/2010 - 17h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Braghetto (SP)
Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva (SP) e Leonardo Ferreira Alves (SP)
Cartões amarelos: Athirson, Fábio (POR); Durval (SAN)
GOLS: Héverton, 14'/1ºT (1-0) e Zé Eduardo, 44'/2ºT (1-1)
PORTUGUESA: Fábio, Thiago Gomes, Domingos, Preto Costa; Fabrício, Gláuber, Paulo Sérgio, Marco Antônio (Henrique, 36'/2ºT), Athirson, Héverton (Jean Natal, 40'/2ºT); Luiz Ricardo (Rafael Silva, 47'/2ºT). Técnico: Vágner Benazzi
SANTOS: Felipe, Pará (Madson, 32'/2ºT), Durval, Edu Dracena, Roberto Brum (Marquinhos, 35'/1ºT); Wesley, Arouca, Paulo Henrique; Robinho, André (Zé Eduardo, 28'/2ºT) e Neymar. Técnico: Dorival Júnior
13:58

Obina: 5 gols
A quarta-feira recheada da Copa do Brasil reservou grandes destaques, positivos e negativos. O principal destaque positivo foi a excelente atuação do atacante Obina, que marcou cinco gols na vitória do Atlético-MG sobre o Juventus-AC por 7 a 0.
Obina foi demitido do Palmeiras no ano passado após discutir e trocar agressões com o zagueiro Maurício, seu companheiro de equipe, na derrota diante do Grêmio, no Olímpico, pelo Campeonato Brasileiro. A essa altura, a diretoria alviverde já havia perdido as rédeas do clube e se aproveitou desse fato para culpar os atletas pelo mau momento da equipe, assim como havia culpado o árbitro e dado várias outras desculpas.
Enfim, no Altético-MG Obina pode dar a volta por cima e pelo menos ontem fez jus ao título que recebeu carinhosamente da torcida do Flamengo quando ainda atuava pelo time da Gávea: "Obina é melhor que o Eto'o", até porque Eto'o está indo mal na Inter de Milão, mas essa é outra história.
Mesmo o adversário sendo extremamente fraco, cinco gols são cinco gols, e dão moral para qualquer atacante.
Outro destaque positivo foi a vitória da Portuguesa, também por 7 a 0, diante do Roraima-RR. Há muito tempo a Lusa não havia vencido com um placar tão elástico.
Juventus-AC 0 x 7 Atlético-MG
Local: Estádio Arena da Floresta, em Rio Branco-AC
Renda: R$ 133.000,00
Público: 6.567 pagantes
Árbitro: Wagner Reway
Cartões Amarelos: Rozier (Juventus-AC); Carlos Alberto e Obina (Atlético-MG)
Gols: Diego Tardelli aos 12'/1T, Obina aos 16'/1T, 40'/1T, 18'/2T, 35'/2T e aos 45'/2T e Marques aos 5'/2T
Juventus-AC
Felipe; Silvão, Josimar, Jeferson; Jonas, João Paulo, Castanheira (Wagner), Antonio Carlos, Thiago (Jamil) e Rozier; Marcelo Cabeção.
Técnico: Illimane Soares
Atlético-MG
Aranha; Coelho (Muriqui), Cáceres, Jairo Campos e Junior; Jonílson (Ricardinho), Evandro, Carlos Alberto e Renan Oliveira; Obina e Diego Tardelli (Marques).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
O grande destaque negativo foi a pífia cobrança de pênalti de Fred, no também decepcionante empate do Fluminense contra o Confiança-SE, por 1 a 1. Veja:
Confiança-SE 1 x 1 Fluminense-RJ
Local: Estádio Lourival Baptista, em Aracajú-SE
Árbitro: Jaílson Macedo Freitas
Cartões amarelos: Clebão, Cristiano Alagoano, Eduardo Silva, Bira, Vovô, Eri, Raulino (Confiança); Gum, Digão, Marquinho (Fluminense)
Gols: Gum, 24'/1T (Fluminense); Serginho, 37'/1T (Confiança)
Confiança
Pantera; Vovô, Bira, Clebão e Serginho; Eri, Raulino, Ciro e Eduardo Silva (Jaedson); Michel (Saci) e Cristiano Alagoano (Maurício).
Técnico: Gilmar Silva
Fluminense
Rafael; Mariano (Thiaguinho), Gum, Cássio e Marquinhos; Diogo, Everton, Willians (Digão) e Conca; Alan (Wellington Silva) e Fred
Técnico: Cuca
A vitória magra do Santos, por 1 a 0, contra O Naviraiense-MS, também pode ser entendida como um mau resultado. Primeiro porque o time não conseguiu a vantagem de dois gols e terá que jogar uma outra partida na Vila Belmiro, um cansaço que poderia ser evitado. Segundo que, por mais que o Peixe tenha enfrentado alguns obstáculos, como a longa viagem e o campo pesado, um time com Robinho, Neymar, PH Ganso & Cia. não pode ter tantas dificuldades assim contra um adversário fraco como a equipe de Naviraí.
Ficha técnica
Naviraiense 0 x 1 Santos
Local: Estádio Morenão, em Campo Grande-MS
Árbitro: Héber Roberto Lopes
Cartões Amarelos: Adriano Lages e Jacó (Naviraiense); Maranhão (Santos)
Gols: Marquinhos aos 36'/2T (Santos).
Naviraiense
Aldo; Giordan, Jaime, Junior Camaçari, Adriano Lajes, Buru, Jacó, Mailson, Jean Batatais (Marcelo Casteli), Biro (Marcelo Castelli) e Cristiano (Célio Lima).
Técnico: Paulo Resende
Santos
Felipe; Maranhão, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Wesley e Paulo Henrique Ganso; Neymar, Robinho (Mádson) e André (Zé Eduardo).
Técnico: Dorival Júnior
12:18

Por volta de meio-dia e vinte deste segunda-feira, uma Vila Belmiro absolutamente lotada recebeu o destaque do time do Santos para 2010, o atacante Robinho.
Em um evento de grande porte que contou com show da banda Charlie Brown Jr., e um esquadrão de líderes de torcida, o atacante aterrizou de helicóptero no meio do campo da Vila. Do helicóptero saiu primeiro o Rei Pelé, entendido como o "padrinho" do ex-jogador dos times do Real Madrid e do Manchester City, que agora volta para o Brasil.
Logo depois de sair do helicóptero, Robinho acenou para a torcida, dando voltas no campo, vestiu a camiseta comemorativa dedicada especialmente à sua volta para o time paulista e, logo em seguida, subiu no palco para cantar junto com Chorão, o vocalista da banda Charlie Brown Jr., que também é da cidade de Santos.
Ao fim do dueto, Pelé tomou o microfone para elogiar o elenco do Santos, e passou-o para Robinho, que agradeceu a nova oportunidade e confirmou sua participação contra o time do São Paulo no Domingo, dia 7.
Robinho dá continuidade à tendência do futebol brasileiro de trazer de volta jogadores que estavam no futebol europeu, como os também atacantes Adriano (Flamengo), Ronaldo (Corinthians), e o lateral Roberto Carlos (Corinthians).
